terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Douglas revela que bateu em sua ex namorada

Eu dei um soco nela que ela desmaiou', contou o motoboy sem pudor a uma ampla plateia, formada por Tamires, Angélica, Amanda e Luan


Nesta noite, o paulista Douglas mostrou que a tentativa de agredir os colegas, na madrugada do último sábado do Big Brother Brasil 15, não foi um episódio isolado no seu currículo nem pode ser atribuído apenas ao álcool da festa de sexta. Em conversa cheia de gente -- estavam lá a sonsa Tamires, a engajada Angélica, a obcecada Amanda e o racista Luan -- no terraço da casa do BBB, ele contou, sem pudor, que agrediu fisicamente uma ex-namorada.

Douglas, que é chamado de Dadinho pelos amigos, encontrou uma ex-ficante em uma festa, e a menina, irritada por ter sido trocada por outra, passou a provocá-lo, primeiro verbalmente, dizendo a todos que ele era gay, depois queimando-o com cigarro. "Eu fui para o carro, mas disse 'Tá errado, mano, ela não pode fazer isso'. Voltei e lá tum-tum-tum", contou, gesticulando para mostrar como deu socos na ex.

​O paulista depois continuou, senhor da narrativa. Disse que a ex tornou a provocá-lo em outra festa, e apanhou mais uma vez. "Pegou o goró, com gelo, com tudo, virou pro lado e pá na minha cara, no meio de todo mundo", contou. "Aí, você levantou e foi embora?", quis saber Angélica. "Levantei e fui embora?", desdenhou Douglas. "Eu dei um soco nela que ela desmaiou."
"Dadinho" passou então a contemporizar o que fez. Como se isso avaliasse a sua barra, admitiu ter errado e disse que se entregaria à polícia "de bonm grado" para ser enquadrado na Lei nº 11.340, popularmente conhecida como Maria da Penha, que pune a agressão ao sexo feminino. "Eu tinha 19 anos, hoje tenho 29 e a cabeça de não agredir", disse, tentando parecer convincente. "Mas eu tinha 20 anos, podia ter feito muito pior, porque nessa época eu era muito mais maloqueiro. Eu já vi malandro dar tiro no joelho da mina porque ela olhou para outro cara."
Com um elenco que deveria representar um microcosmos do país, a produção do programa conseguiu arrematar participantes que simbolizam, em boa parte, a escória da nossa sociedade. Luan, por exemplo, já disse ter matado um menor de idade durante uma operação militar no Complexo do Alemão. Foi desmentido pelo Exército, mas deu mostras suficientes de como vê o mundo com essa declaração e outras, em que destilou racismo e homofobia. 



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